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| Um pastor bastante simpático e amigo de todos,em Loriga. |
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a vida era o importante dizia o pastor sem rebanho. a serpente o ovo a viagem o devir anjo o corpo aéreo a mudez face à cegueira a palavra como jaula sem tratadores ou imoblidades cautelares o gesto a gula o adjectivo substancial ao lado do verbo ir a musicalidade dos ramos o embarque clandestino dos ais a pintura de um rosto como prefácio de um olhar ou o garrote do raro a gravilha dos enigmas. dizia o pastor sem saber que morria cordato e amável por estrangulamento das horas. mas era engano. porque a distância do eco é tão cessante e seta que dispensa qualquer pensamento ou passo ou recado ou hino ou nobreza sobrevivente. rasga-se o pano.a irresponsável brancura das litanias o triunfo cruel de um coração desapaixonado e a chuva dentro da boca a ser temporal e adeus.
__________________________________e o pastor recolheu-se. ardida a face da ressurreição todo o excesso é agonismo."
Palavras retiradas do perfil da poetisa, no FaceBook... e que espero ser perdoado pelo abuso...
honra-me João. com a sua constância em me ler.
ResponderEliminarfico tão orgulhosa. grata.
beijo ______________que mais não dizer.
imf.
e a fto ilustra tão bem....................
ResponderEliminarreobrigada. :)
O meu enorme e insuficiente Muito Obrigado.
ResponderEliminarBeijinhos, Abraços e Tudo de Excelente, Isabel.
João
...E o meu reobrigado também! :))))
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